Policiais da Divisão de Homicídios (DH) do Rio de Janeiro fizeram uma diligência na casa do goleiro Bruno, do Flamengo, nesta terça-feira e levaram para a delegacia um menor de 17 anos que estava no local. Ele é suspeito de ter participado do assassinato da jovem Eliza Silva Samudio, que teria um filho com o goleiro.
A apreensão ocorreu depois que a polícia recebeu uma denúncia de um parente do menor em uma rádio, dizendo que ele estava escondido na casa de Bruno, no Recreio. Ao ouvir o relato, a polícia de Minas entrou em contato imediatamente com a DH, que conseguiu apreender o menor.
O suposto assassinato
Na manhã desta terça, um motorista de ônibus relatou, em entrevista à rádio Tupi, que o jovem apreendido teria contado a ele em detalhes como Eliza foi assassinada. Segundo o relato, o grupo de Macarrão, amigo do Bruno e um dos principais investigados pela polícia, teria enganado a estudante convidando ela para um “passeio de carro”. O adolescente estaria escondido no banco de trás do Land Rover de Bruno e teria acertado Eliza com uma coronhada na cabeça, provocando sua morte.
Macarrão estaria conduzindo o carro. A testemunha, pessoa próxima da família do menor, disse que ouviu dele que Bruno pagou R$ 3 mil para um homem chamado Cleiton entregar o corpo a um traficante e sumir com o cadáver. “A menina foi desossada ali. Está enterrada, o garoto sabe e a hora que pressionarem ele conta tudo. Eles enterraram os ossos da garota e concretaram tudo”, disse o motorista.
Na entrevista, a testemunha afirmou que o articulador do crime foi Macarrão, pois o goleiro seria “uma criança de mente”. “Ele botou essas coisas na cabeça do garoto (Bruno)”, disse o motorista. Ainda de acordo com ele, o menor teria sido instruído a se esconder na casa de Bruno onde os advogados do goleiro estariam dizendo para ele contar que teve uma discussão com Eliza e que ela acabou levando um soco no rosto, o que levou às marcas de sangue no carro.
Portal Terra








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